sábado, 29 de março de 2014

O MEU CAMINHO PARA QUARESMA!

O MEU CAMINHO PARA QUARESMA!

Jejuarei de julgar os outros.
- Descobrirei Cristo que vive neles!
Jejuarei de palavras que ferem.
-Direi frases que curam!
Jejuarei do egoismo.
-Procurarei viver com paciência!
Jejuarei do Pessimismo.
-Encher-me-ei de esperança!
Jejuarei das preocupações.
-Confiarei mais em Deus!
Jejuarei das queixas.
-Darei Graças a Deus pela maravilha da vida!
Jejuarei das angustias.
-Rezarei com mais frequência!
Jejuarei da amargura.
-Praticarei mais o perdão!
Jejuarei da importância que dou a mim mesmo.
-Serei mais compassivo com os outros!
Jejuarei das preocupações com minhas coisas.
-Comprometi-rei mais com o anuncio do Reino!
Jejuarei do pessimismo e desalento.
-Encher-me-ei do entusiasmo e da fé!
Jejuarei de tudo aquilo que me separa de Jesus.
-Tentarei viver mais perto d'Ele!  





QUANDO O FILHO PASSA A SER "PAI DE SEU PAI"

QUANDO O FILHO PASSA A SER "PAI DO SEU PAI"

" Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai.
É quando o pai envelhece e começa a trotear como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso.
É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se levantar sozinho. É quando aquele pai, outrora firme e intransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar.
É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela - tudo é corredor, tudo é longe.
É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios.
E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende de nossa vida para morrer em paz.
Todo filho é pai da morte de seu pai.
Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta.
E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais.
Uma das primeiras transformações acontece no banheiro.
Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra no box do chuveiro.
A barra é emblemática. A barra é simbólica. A barra é inaugurar um cotovelo das águas.
Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protetores. Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes.
A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões.
Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus.
Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação. Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros frustrados. Como não previmos que os pais adoecem e precisariam da gente?
Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete.
E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia.
Meu amigo José Klein acompanhou o pai até seus derradeiros minutos.
No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, buscando repor os lençóis, quando Zé gritou de sua cadeira:e
— Deixa que eu ajudo.
Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo.
Colocou o rosto de seu pai contra seu peito.
Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo câncer: pequeno, enrugado, frágil, tremendo.
Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável.
Embalou o pai de um lado para o outro.
Aninhou o pai.
Acalmou o pai.
E apenas dizia, sussurrado:
— Estou aqui, estou aqui, pai!
O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é que seu filho está ali. "
(Autor desconhecido)

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

UM TRATAMENTO ESPECÍFICO PARA A ESCLERODERMIA

Reumatologia

Um tratamento específicos para a esclerodermia?

Publicado em: 27 fevereiro de 2014
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Um anticorpo monoclonal que se liga ao receptor de interferão-alfa Tipo 1 mostrou um perfil de segurança aceitável e em um ensaio de fase I para a esclerose sistémica, mas a eficácia foi menos clara.anticorpo monoclonal que se liga ao receptor de interferão-alfa Tipo 1 mostrou um perfil de segurança aceitável em um estudo de fase I para a esclerose sistémica, mas a eficácia foi menos clara.
"Este foi um estudo de fase I, sem um braço placebo e não foi desenhado para a eficácia", observou o investigador principal Avram Goldberg, MD , que dirige o Centro de Tratamento de Esclerodermia e de Raynaud na Hofstra North Shore LIJ School of Medicine, em Hempstead, NYCentro de Tratamento de Hofstra North Shore LIJ School of Medicine , em Hempstead, NY
"Infelizmente, não foram evidentes as tendências de eficácia clínica, que eram aparentes no presente estudo. Alguns pacientes individuais teve melhorias em várias manifestações da doença, mas uma tendência particular não foi observada," Goldberg explicou MedPage hoje.
O tratamento atual para a esclerodermia se concentra em aliviar os sintomas da doença, e nenhum tratamento eficaz modificadoras da doença estão disponíveis. Doses elevadas de esteróides e imunossupressores tem sido usado, mas o tratamento com esteróides tem sido associada a crise renal potencialmente letal e agentes supressores imunitários podem ser tóxicos e perde eficácia na doença mais tarde.
"Considerando-se a alta mortalidade de [esclerose sistêmica], há uma necessidade não satisfeita significativa para novas terapias que controlem de forma clara ou alterar os caminhos de fibrose aberrantes da doença, com toxicidades aceitáveis", Goldberg e colegas escreveram online no Arthritis Research & Therapy .esclerose sistêmica ], há uma necessidade não satisfeita significativa para novas terapias que controlem de forma clara ou alterar os caminhos de fibrose aberrantes da doença, com toxicidades aceitáveis ​​", Goldberg e colegas escreveram on-line em
Uma pesquisa recente sugeriu que os interferons do tipo 1 pode contribuir para o desenvolvimento da esclerose sistêmica, com o aumento dos níveis dessas proteínas serem vistos e genes induzidos pelo interferão sendo upregulated em indivíduos afetados.
Para avaliar os efeitos do direcionamento a via de sinalização relevante, os pesquisadores inscritos 34 pacientes que tiveram pelo menos um grau moderado de espessamento da pele, atribuindo-lhes a vários de dose única ou de múltiplas doses crescentes regimes do anticorpo monoclonal conhecido como MEDI-546. Mais de 90% tinham difundir esclerose sistêmica cutânea acompanhada de fenômeno de Raynaud.
Na avaliação de segurança, todos os pacientes tiveram pelo menos um evento adverso, sendo o infecções mais comuns do trato respiratório superior, dor de cabeça, náusea e diarréia.avaliação de segurança , todos os pacientes tiveram pelo menos um evento adverso, sendo o infecções mais comuns do trato respiratório superior, dor de cabeça, náusea e diarréia.
Um paciente foi posteriormente diagnosticado com leucemia mielóide crônica e outro teve uma reacção à perfusão. Os números experimentando reativações virais foram baixos, os pesquisadores notaram.
No início do estudo, 22 dos pacientes tinha assinaturas do tipo 1 do gene interferão positivos detectados no sangue. Na metade deste grupo, a assinatura do gene foi inibida em pelo menos 70% após 2 semanas.
Assinaturas genéticas de Linha de Base em pele foram identificados em 15 pacientes. Para os pacientes que recebem os regimes de dose única, estas assinaturas genéticas diminuiu após uma semana, e para aqueles que recebem regimes de doses múltiplas, a supressão foi visto por um mês.
"O principal" benefício "que vimos a partir deste estudo foi a capacidade de normalizar os níveis de interferon em pacientes com esclerodermia e uma assinatura interferon positivo", explicou Goldberg.
"O efeito clínico exato de isso ainda não está claro. Há implicações isso porque normaliza interferon, a droga pode ter benefício em várias doenças auto-imunes, incluindo lúpus, miopatias inflamatórias, e esclerodermia", disse ele em um email.
"Este estudo apoia o desenvolvimento clínico continuado de MEDI-546" como um tratamento para a esclerose sistêmica ou outras condições relacionadas com o interferon, concluíram os pesquisadores. Trials no lúpus eritematoso sistêmico estão em andamento.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

VINHO SEIS BONS MOTIVOS PARA VOCÊ CONSUMIR

Vinho: seis bons motivos para você consumir

Bebida previne câncer, aumenta o desejo sexual e até controla o peso

POR ANA MARIA MADEIRA - PUBLICADO EM 28/09/2010
Jantar à luz de velas, reunião com a família, diversão com os amigos, acompanhando aquele prato especial ou numa noite fria: o vinho dá um toque nobre a qualquer momento. E não é só o paladar que sai ganhando com o consumo da bebida. A sua saúde também sente os efeitos graças às substâncias que a bebida carrega. Rico em antioxidantes, os polifenóis e os flavonoides, o vinho traz benefícios ao coração, a libido, à dieta e ainda combate o envelhecimento precoce.

"Isso se deve mais especificamente ao polifenol chamado de transresveratrol, presente nas cascas das uvas tintas, o que mais influência tem sobre nosso corpo, especialmente no que diz respeito à formação do colesterol bom", explica a nutricionista Greice Carolina. Mas nada de se embriagar. Para colher as vantagens da bebida dos deuses, o consumo deve ser moderado, uma taça por dia. Confira a seguir seis motivos já comprovados pela ciência para beber vinho. 
  • homem enchendo uma taça de vinho - Foto: Getty Images
  • taças de vinho branco e tinto - Foto: Getty Images
  • casal bebendo vinho - Foto: Getty Images
  • mulher em cima de uma balança - Foto: Getty Images
  • casal de meia idade alongando - Foto: Getty Images
  • mulher pensando - Foto: Getty Images
 
 
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homem enchendo uma taça de vinho - Foto: Getty Images

Afasta o risco de câncer

Estudos realizados pela Universidade de Harvard (EUA) diz que o alto consumo de azeite e vinho, produtos que contém propriedades antioxidantes, é capaz de diminuir em 24% o risco de uma pessoa vir a sofrer de câncer. Por oito anos, os pesquisadores acompanharam de perto os hábitos alimentares de quase 26 mil gregos, que seguem a conhecida dieta mediterrânea. "Essa dieta é composta por azeitonas e azeites, grãos inteiros, pouca carne vermelha e muitos vegetais, peixes e frutos secos é bem diferente dos padrões brasileiros, mas deveria ser seguida em todo o mundo devido a sua ótima composição nutricional", enfatiza a chefe da equipe nutricional do Minha Vida, Roberta Stella.  
taças de vinho branco e tinto - Foto: Getty Images

Qual seu sabor favorito?

Na hora de escolher o vinho você vai direto naqueles que são mais secos e "amarram" a boca? Ou prefere os mais suaves e até doces? Sua decisão pode revelar muito sobre sua personalidade, de acordo com um estudo realizado na Austrália e na Grã-Bretanha. A pesquisa sugere que pessoas que preferem vinhos de sabor doce apresentam uma maior tendência a serem impulsivas. Já aquelas que optam por vinhos secos, são mais simpáticas e abertas. A pesquisa aconteceu com 45 pessoas da cidade de Sheffield, na Inglaterra, que cultivam o costume de consumir a bebida diariamente.

Os voluntários foram divididos em dois grupos, segundo a preferência por doce ou seco. Os participantes também foram submetidos a testes de personalidade, para avaliar sua impulsividade, abertura na convivência social, empatia e extroversão. De acordo com os cientistas, as pessoas possuem uma tendência maior em optar pelo vinho doce, o que seria uma escolha mais simples e clara, por isso o grupo pode ser considerado mais impulsivo. "Mas vale lembrar que o vinho tinto é o que possui maiores concentrações de antioxidantes", diz Greice Carolina. 
casal bebendo vinho - Foto: Getty Images

Melhora a libido

Muitas mulheres afirmam que já sentiram sua libido à flor da pele depois de beber vinho. Não é à toa. O poder afrodisíaco do vinho tinto pode ser comprovado cientificamente por uma pesquisa realizada pela Universidade de Florença (Itália), que indica que a bebida serve como ativador do desejo sexual feminino. O estudo aconteceu com cerca de 800 mulheres que responderam questões ligadas ao consumo do vinho e à rotina sexual. O resultado mostrou que aquelas participantes que consumiram uma ou duas taças da bebida por dia apresentam um desejo sexual muito maior do que aquelas que não consumiram nenhuma dose de vinho tinto, de acordo com as respostas do questionário. No entanto, em grandes quantidades, o álcool pode diminuir o desejo sexual e até causar impotência.  
mulher em cima de uma balança - Foto: Getty Images

Evita o ganho de peso

Mais um benefício para a ala feminina. Um estudo do Brigham and Women's Hospital Boston, nos Estados Unidos, que avaliou mais de 19 mil mulheres por um período de 13 anos, concluiu que abolir o consumo de álcool da dieta não representa, necessariamente um menor ganho de peso das mulheres. A partir do relato das participantes sobre sua ingestão de álcool, foi revelado que as abstêmias correm maior risco de engordar do que as que bebem moderadamente. O mais eficiente para evitar o ganho de peso foi o vinho tinto, seguido de outras bebidas como a cerveja, o vinho branco e o licor. Uma pesquisa de 1997, desenvolvida na Universidade do Colorado (EUA), concluiu que homens saudáveis podem beber até duas taças de vinho diárias sem ganho de peso. "O vinho é uma bebida relativamente calórica, com 65 kcal por taça. No entanto, o que vale mesmo é beber pouco, tanto para o bem de sua saúde, quanto para não fazer a dieta ir para o espaço", explica Roberta.  
casal de meia idade alongando - Foto: Getty Images

Combate às dores articulares

Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, revelou que os polifenois, grupo do qual o resveratrol faz parte, também tem capacidade analgésica, principalmente em pacientes vítimas de artrite. Os efeitos analgésicos, ainda que em baixa quantidade como mostram os estudos, devem-se às características anti-inflamatórias da substância.  
mulher pensando - Foto: Getty Images

Cérebro afiado

Uma recente pesquisa descobriu que vinho, chocolate e chá possuem algo em comum. A pesquisa publicada no Journal of Nutrition investigou o efeito desses três alimentos sobre o desempenho cerebral. Mais de dois mil noruegueses com idade entre 70 e 74 anos foram submetidos a testes cognitivos e a um questionário sobre hábitos alimentares incluindo o consumo dos três alimentos pesquisados. E o resultado foi que indivíduos que consumiam vinho, chocolate ou chá apresentavam melhores pontuações em testes cognitivos. Essa associação foi independente para cada um dos alimentos, mais expressiva no caso do vinho, ou ainda mais significativa em indivíduos que consumiam regularmente os três alimentos. "Uma boa receita para o cérebro pode ser um cálice de vinho tinto à refeição, um pedacinho de chocolate amargo na sobremesa e um chá verde antes de sair da mesa. Pra melhorar, só se tiver um peixe rico em ômega 3 como prato principal", ressalta o neurologista da Unicamp, Ricardo Teixeira. 

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

LI E GOSTEI ESPERO QUE GOSTEM
Pai de meu pai

Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai.
É quando o pai envelhece e começa a trotear como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso.
É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se levantar sozinho. É quando aquele pai, outrora firme e instransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar.
É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela – tudo é corredor, tudo é longe.
É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios.
E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende de nossa vida para morrer em paz.
Todo filho é pai da morte de seu pai.
Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta.
E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais.
Uma das primeiras transformações acontece no banheiro.
Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra no box do chuveiro.
A barra é emblemática. A barra é simbólica. A barra é inaugurar um cotovelo das águas.
Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protetores. Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes.
A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões.
Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus.
Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação.
Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros frustrados. Como não previmos que os pais adoecem e precisariam da gente?
Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete.
E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia.
Meu amigo Zé acompanhou o pai até seus derradeiros minutos. No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, buscando repor os lençóis, quando Zé gritou de sua cadeira:
– Deixa que eu ajudo.
Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo.
Colocou o rosto de seu pai contra seu peito.
Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo câncer: pequeno, enrugado, frágil, tremendo.
Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável.
Embalou o pai de um lado para o outro.
Aninhou o pai.
Acalmou o pai.
E apenas dizia, sussurrado:
– Estou aqui, estou aqui, pai!
O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é que seu filho está ali.
Fonte: JORNAL ZERO HORA

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

OMBRO= SUBSTITUIÇÃO PODE AJUDAR A GRAVE DOR E REGIDEZ NA ARTRITE REUMATOIDE

Ombro= substituição pode ajudar a grave dor e regidez na  artrite reumatoide

Estudo constatou que a cirurgia para aliviar a dor e rigidez levantou por uma década

Quinta-feira, 30 janeiro, 2014
Imagem notícia HealthDay
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Quinta-feira, janeiro 30, 2014 (HealthDay News) - Apesar de quadril e joelho são comuns, uma cirurgia semelhante para substituir articulações do ombro doentes também parece útil para pacientes com artrite reumatóide, cuja grave dor no ombro e rigidez não pode ser aliviada por medicação ou fisioterapia, sugere nova pesquisa.
Cientistas da Clínica Mayo descobriram que 93 por cento dos pacientes com artrite reumatóide submetidos a artroplastia total do ombro - em que ambos os lados de uma articulação do ombro são substituídos - não precisava de uma nova cirurgia na articulação de uma década mais tarde. O mesmo era verdade para 88 por cento das pessoas passando por uma substituição parcial de ombro.
"Ficamos muito felizes de ver a consistência de alívio da dor e melhora da função entre os pacientes", disse o autor do estudo, Dr. John Sperling, um cirurgião ortopédico na clínica em Rochester, Minnesota "substituição do ombro já percorreu um longo caminho ao longo da última 20 a 25 anos. É uma cirurgia de uma hora, que requer uma noite no hospital, e os pacientes têm uma chance de 90 por cento de alcançar excelente alívio da dor. "
O estudo, publicado na edição de fevereiro do Journal of Ombro e Cotovelo Cirurgia , revelou que dois dos pesquisadores recebem royalties de fabricantes médico-dispositivo.
A cirurgia do ombro de reposição é realizado com muito menos freqüência do que as substituições do joelho joint-quadril ou, mas é feito pelas mesmas razões - para minimizar a dor e melhorar o movimento e função em articulações doentes, de acordo com o estudo.
De acordo com a Agência de Investigação de Saúde e Qualidade, a cerca de 53 mil norte-americanos foram submetidos a cirurgia de substituição de ombro em 2011. Em contrapartida, mais de 900.000 pacientes nos Estados Unidos a cada ano tem quadris ou joelhos substituídos, de acordo com a Academia Americana de Cirurgiões Ortopédicos.
A dor no ombro é prevalente entre aqueles com artrite reumatóide, uma doença inflamatória na qual o sistema imunológico ataca os próprios tecidos do corpo, causando dor nas articulações e outros problemas. A cirurgia do ombro de substituição também é utilizado para aqueles com osteoartrite mais comum e para pacientes com fraturas do ombro complicadas, disse Sperling.
O processo requer um 4 - a 6 polegadas incisão na região do ombro superior, em que a junta doente é removida e substituída com um plástico ou de metal comum, disse Sperling.
Analisando mais de 300 pacientes com artrite reumatóide, que passou por uma cirurgia no ombro de substituição na Clínica Mayo, Sperling e sua equipe taxas observadas comparáveis ​​cirúrgicos sucesso ambos os cinco anos, e 10 anos após o procedimento. Apenas pequenas percentagens necessário uma cirurgia no ombro adicional durante esses períodos de tempo.
Dr. Anthony Romeo, professor de ortopedia e diretor do ombro e cotovelo cirurgia no Rush University Medical Center, em Chicago, disse que o novo estudo fornece "um tremendo insight" para os resultados de substituição do ombro, que segundo ele custa cerca de US $ 30.000.
"Substituição do ombro tem realmente encontrou o seu lugar a par com a substituição da anca e joelho substituição", disse Romeo, que não estava envolvido na nova pesquisa. "Eu ouço com muita freqüência em meu consultório de pacientes dizendo que eles estão muito nervoso sobre ter uma substituição do ombro porque eles ou nunca ouviu falar dele ou é tão raro que eles estão se perguntando como ele pode ser uma boa opção."
"Eu tento tranquilizar meus pacientes que esta operação é tão eficaz como quadril ou joelho", disse ele. "Substituição ombro moveu-se ... para se tornar uma operação confiável muito previsível."
FONTES: John Sperling, MD, cirurgião ortopédico, da Clínica Mayo, em Rochester, Minnesota; Anthony Romeo, MD, professor de ortopedia, e chefe de seção, ombro e cotovelo cirurgia, Rush University Medical Center, Chicago, fevereiro 2014, Jornal de Ombro e cirurgia no cotovelo
HealthDay
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IDENTIFICADAS 42 NOVAS ÁREAS NO GENOMA HUMANO ASSOCIADAS COM A ARTRITE REUMATOIDE


IDENTIFICADAS 42 NOVAS ÁREAS NO GENOMA HUMANO ASSOCIADAS COM A ARTRITE REUMATOIDE

Uma equipe internacional de pesquisadores identificou 42 novas áreas no genoma humano associadas com a artrite reumatóide, e descobriu que muitos já são os alvos de drogas aprovadas para outras condições. Os resultados sugerem a novas estratégias de tratamento para a doença.
DNA hélices em cápsulas de comprimidos.
A artrite reumatóide é uma doença inflamatória crónica que pode causar dor, inchaço, rigidez e perda de função em articulações em todo o corpo. É uma doença auto-imune, em que o sistema imunitário ataca erroneamente tecido do próprio corpo, tais como as membranas que revestem as articulações. Também pode afectar outras partes do corpo para além das juntas.
As causas da artrite reumatóide não são completamente conhecidos.Fatores ambientais, tais como tabagismo, dieta e estresse podem desempenhar um papel no desencadeamento da doença. Fatores genéticos também são pensados ​​para jogar um papel. Vários genes envolvidos no sistema imunitário tem sido associada com uma tendência a desenvolver artrite reumatóide.
Uma equipe internacional de pesquisadores, liderada pelos Drs.. Robert Plenge, anteriormente, da Harvard Medical School, e Yukinori Okada de RIKEN Center for Integrative Ciências Médicas, no Japão, realizou um estudo de associação do genoma (GWAS). Este tipo de análise envolve regiões genéticas de varredura em busca de pequenas variações que aparecem com mais freqüência em pessoas que têm uma condição particular do que naqueles que não o fazem.
Cientistas de 70 instituições em todo o mundo foram envolvidos no estudo, que foi financiado em parte pelo Instituto do NIH Nacional de Artrite e Doenças Osteomusculares e de Pele (NIAMS) eo Instituto Nacional de Ciências Médicas Gerais (NIGMS). Os resultados apareceram online noNature em 25 de dezembro de 2013.
A equipe analisou 10 milhões de variantes genéticas de mais de 100.000 pessoas de ascendência europeia e asiática, incluindo mais de 29 mil pessoas com artrite reumatóide e 73.000 controles. Os pesquisadores identificaram 42 novas áreas no genoma que estão associadas com a artrite reumatóide, elevando o número total de zonas reconhecidas como 101. Os resultados sugerem que o risco genético de artrite reumatóide podem ser compartilhadas entre asiáticos e europeus.
Utilizando métodos de bioinformática, os cientistas identificaram 98 genes candidatos nestas áreas que pode potencialmente contribuir para o aparecimento de artrite reumatóide. Outras análises mostraram uma sobreposição significativa entre algumas das regiões de genes e genes associados com outras condições, incluindo cânceres de imunodeficiência primária e de sangue humano.
Os pesquisadores analisaram os bancos de dados de droga e descobriram que muitos dos genes associados com o risco de artrite reumatóide foram alvos de medicamentos aprovados para o tratamento de pessoas com a doença. Eles descobriram ainda que os genes de risco sobrepostas com drogas aprovadas para outras doenças, sugerindo que estes fármacos podem ser reutilizadas para o tratamento da artrite reumatóide.
"Ao alavancar dados genéticos humanos, fomos capazes de lançar luz sobre genes e caminhos que contribuem para o aparecimento da artrite reumatóide. No futuro, esta abordagem pode ser aplicada a uma variedade de outras doenças complexas para descobrir novos caminhos e conhecimentos biológicos para a descoberta de medicamentos ", diz Plenge.
-By Carol Torgan, Ph.D.

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Referência: Genética da artrite reumatóide contribui para a biologia ea descoberta de drogas. Okada Y, Wu D, Trynka G, Raj T, Terao C, K Ikari, Kochi Y, Ohmura K, Suzuki A, S Yoshida, Graham RR, Manoharan A, Ortmann W, Bhangale T, Denny JC, Carroll RJ, Eyler AE, Greenberg JD, Kremer JM, Pappas DA, Jiang L, Yin J, L Ye, Su DF, Yang J, Xie G, Keystone E, Westra HJ, Esko T, Metspalu A, Zhou X, Gupta N, Mirel D, Stahl EA, Diogo D, Cui J, K Liao, Guo MH, Myouzen K, Kawaguchi T, Coenen MJ, van Riel PL, van de Laar MA, Guchelaar HJ, Huizinga TW , Dieudé P, Mariette X, Luís Pontes Jr S, Zhernakova A, Toes RE, Tak PP, Miceli-Richard C, a Bang SY, Lee HS, Martin J, MA Gonzalez-Gay, Rodriguez-Rodriguez L, Rantapää-Dahlqvist S, Arlestig L, Choi Hong Kong, Kamatani Y, Galan P, M Lathrop, o consórcio RACI, o consórcio Garnet, Eyre S, J Bowes, Barton A, de Vries N, Moreland PV, Criswell LA, Karlson EW, Taniguchi A, Yamada R , Kubo M, Liu JS, Bae SC, Worthington J, Padyukov L, Klareskog L, Gregersen PK, Raychaudhuri S, Estranho BE, De Jager PL, Franke L, Visscher PM, Brown MA, Yamanaka H, Mimori T, Takahashi A, Xu H, Behrens TW, Siminovitch KA, Momohara S, Matsuda F, K Yamamoto, Plenge RM. Nature. 2013 Dez 25. doi: 10.1038/nature12873.[Epub ahead of print]. PMID: 24390342.
Financiamento : Instituto de NIH Nacional de Artrite e Doenças Osteomusculares e de Pele (NIAMS) eo Instituto Nacional de Ciências Médicas Gerais (NIGMS); Burroughs Wellcome Fund; Sociedade Japonesa de Promoção da Ciência; Australian National Health and Medical Research Council; Organização Holandesa de Pesquisa Científica Pesquisa; holandeses Reumafonds; Universidade de Groningen, Ministério da Saúde e Bem-Estar (Coréia); Instituto de Salud Carlos III, Ministério da Saúde; Medical Biobanco do norte da Suécia; Conselho Europeu de Investigação; Nacional de Saúde e da Fundação de Pesquisa Médica; Queensland Governo do Estado, a China Ministério da Ciência e Tecnologia, Ministério; Fundação Nacional de Ciência Natural da China, Ciência e Tecnologia da Comissão de Xangai Município; Canada Research Chair, The Chair Sherman Family in Genomics Medicina; Institutos Canadenses de Pesquisa em Saúde; Fundo de Investigação Ontário; Ciências da Saúde e do Trabalho Bolsas de Investigação da Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia (Japão); ser a cura do projeto (BTCure).