terça-feira, 12 de agosto de 2014

REVOLTA EM SER CADEIRANTE EM RIBEIRÃO PRETO

Sabem o que mais me REVOLTA em ser cadeirante?
É a forma em que somos IGNORADOS pelos governantes, os tais chamados PREFEITOS, principalmente a da minha cidade de RIBEIRÃO PRETO, pois as tais chamadas RAMPAS DE ACESSO praticamente não existem e quando existe só contemplam alguns lugares, mas são absolutamente INACESSÍVEIS, Nossas CALÇADAS, se é que podemos denominar de CALÇADAS, estão na sua maioria IRREGULARES, com desníveis, buracos colocando em risco os IDOSOS. Gostaria de ver nossa ALCAIDE sentada em uma cadeira de rodadas e acompanha-la somente no CENTRO DA CIDADE, para que ela sinta na PELE o que temos que enfrentar. Sem falar nos DEFICIENTES VISUAIS, que são obrigados a dar encontros com obstáculos, pois não existe sinalização nas calçadas, não existe semáforos sonoros e ônibus é impossível saber restinguir o qual esta passando pelo ponto. E existe um arquiteto na cidade que diz que RIBEIRÃO PRETO é a cidade que tem a melhor acessibilidade do PAÍS no Plano diretor. MAS DE QUE VALE, SE O MESMO NÃO SAI DO PAPEL. E QUE NÃO ME VENHAM COM CHORUMELAS! CANSEI!!!!!!

Foto: Sabem o que mais me REVOLTA em ser cadeirante?
É a forma em que somos IGNORADOS pelos governantes, os tais chamados PREFEITOS, principalmente a da minha cidade de RIBEIRÃO PRETO, pois as tais chamadas RAMPAS DE ACESSO praticamente não existem e quando existe só conteplam alguns lugares, mas são absolutamente INACESSIVEIS, Nossas CALÇADAS, se é que podemos denomonar de CALÇADAS, estão na sua maioria IRREGULARES, com desniveis, buracos colocando em risco os IDOSOS. Gostaria de ver nossa  ALCAIDE sentada em uma cadeira de rodadas e acompanha-la somente no CENTRO DA CIDADE, para que ela sinta na PELE o que temos que enfrentar. Sem falar nos DEFICIENTES VISUAIS, que são obrigados a dar encontros com obstaculos, pois não existe sinalização nas calçadas, não existe semafaros sonoros e onibus é impossivel saber destiguir o qual esta passando pelo ponto. E existe um arquiteto na cidade que diz que RIBEIRÃO PRETO é a cidade que tem a melhor acessibilidade do PAÌS no Plano diretor. MAS DE QUE VALE, SE O MESMO NÃO SAI DO PAPEL. E QUE NÃO ME VENHAM COM CHURUMELAS! CANSEI!!!!!!

domingo, 10 de agosto de 2014

PAI

 VOCÊ NÃO ME ENSINOU A TE ESQUECER !

Você me ensinou a amar e respeitar o próximo.
Você me ensinou a subir em árvores, balançar com o vento,
a jogar bolinha de gude; embora dissesse sempre:
"isso é pra moleque."
Você me ensinou as palavrinhas mágicas:
     “obrigada, por favor, com licença e a pedir desculpas,
    quando necessário”.

Você me ensinou a respeitar as pessoas e a ter limites com tudo.

Você me ensinou o que é disciplina, responsabilidade e,
sempre, esteve de coração aberto para me ajudar e me consolar.

Também me ensinou a doar, a repartir.

Você me ensinou a juntar as mãos e a rezar o Pai Nosso
e a Ave Maria. Depois sozinha, aprendi outra orações.

Você me ensinou a sorrir e a chorar junto, lembra ?
E sempre me pedia um
“sorriso de chuva”.

 E Eu sorria, para te agradar, mesmo com as lágrimas rolando;
e você achava lindo. E tudo passava: meus medos, inseguranças, tristezas, porque você era mais; meu amigo, companheiro, irmão.
Você me ensinou a amar e respeitar a natureza, e assim eu descobri que o amor é universal.

Pai, você só não me ensinou a te esquecer !

E hoje eu estou com uma saudade enorme de você; sorrindo e chorando, pra você ver que o "meu sorriso de chuva"
ainda existe e que, ele, ainda é seu.

Quantas vezes você levantou o meu ânimo diante de minhas mágoas e aborrecimentos; ensinando - com seu exemplo - que humildade e perdão, amor e caridade, são melhores compreendidos mediante o exemplo do próximo mais próximo.

E você foi, pai, o meu próximo em todos os lances da existência: presença do irmão querido, que nunca foi ausente
na vivência do Amor.

O tempo não apagou a sua imagem, do meu coração, da minha alma;
e nunca vai apagar,  porque eu te amo, daquele jeitinho que você me ensinou a amar.
Obrigado, papai, por ser o que é e por ter me aceito como filha e como filho; o que é tudo de mais lindo que aconteceu na minha vida,
meu tesouro de Amor !


Dr João Salviato
10/08/2014







segunda-feira, 21 de julho de 2014

QUANDO SOPRAR O VENTO

QUANDO SOPRAR O VENTO
Se um dia chegar a hora de partir,
Ouça o vento  cantar a nossa canção.
Mesmo depois da partida minh’alma te seguira
Para sempre, pois você é a razão do meu viver.
Não existira amor maior
enquanto tivermos um ao outro.
Sei que o sol estará brilhando aqui,
Bastara o vento soprar,
Para que ouça à nossa canção
Enquanto nosso amor existir bastara o vento soprar
Sentiremos a emoção deste amor tão lindo
E basta apenas você e eu num amor pleno
Em todos os sentidos, mesmo que passe muitos anos.
Pois tenho a convicção que este nosso amor será eterno.
Bastará apenas o vento soprar!  

José Marcos R.Santos
21/07/2014


ARTIGO SOBRE A MORTE E O MORRER (RUBEM ALVES)

 
Sobre a morte e o morrer
RUBEM ALVES
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O que é vida? Mais precisamente, o que é a vida de um ser humano? O que e quem a define?
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Já tive medo da morte. Hoje não tenho mais. O que sinto é uma enorme tristeza. Concordo com Mário Quintana: "Morrer, que me importa? (...) O diabo é deixar de viver." A vida é tão boa! Não quero ir embora...
Eram 6h. Minha filha me acordou. Ela tinha três anos. Fez-me então a pergunta que eu nunca imaginara: "Papai, quando você morrer, você vai sentir saudades?". Emudeci. Não sabia o que dizer. Ela entendeu e veio em meu socorro: "Não chore, que eu vou te abraçar..." Ela, menina de três anos, sabia que a morte é onde mora a saudade.

Cecília Meireles sentia algo parecido: "E eu fico a imaginar se depois de muito navegar a algum lugar enfim se chega... O que será, talvez, até mais triste. Nem barcas, nem gaivotas. Apenas sobre humanas companhias... Com que tristeza o horizonte avisto, aproximado e sem recurso. Que pena a vida ser só isto..."
Da. Clara era uma velhinha de 95 anos, lá em Minas. Vivia uma religiosidade mansa, sem culpas ou medos. Na cama, cega, a filha lhe lia a Bíblia. De repente, ela fez um gesto, interrompendo a leitura. O que ela tinha a dizer era infinitamente mais importante. "Minha filha, sei que minha hora está chegando... Mas, que pena! A vida é tão boa..."
Mas tenho muito medo do morrer. O morrer pode vir acompanhado de dores, humilhações, aparelhos e tubos enfiados no meu corpo, contra a minha vontade, sem que eu nada possa fazer, porque já não sou mais dono de mim mesmo; solidão, ninguém tem coragem ou palavras para, de mãos dadas comigo, falar sobre a minha morte, medo de que a passagem seja demorada. Bom seria se, depois de anunciada, ela acontecesse de forma mansa e sem dores, longe dos hospitais, em meio às pessoas que se ama, em meio a visões de beleza.

Mas a medicina não entende. Um amigo contou-me dos últimos dias do seu pai, já bem velho. As dores eram terríveis. Era-lhe insuportável a visão do sofrimento do pai. Dirigiu-se, então, ao médico: "O senhor não poderia aumentar a dose dos analgésicos, para que meu pai não sofra?". O médico olhou-o com olhar severo e disse: "O senhor está sugerindo que eu pratique a eutanásia?".
Há dores que fazem sentido, como as dores do parto: uma vida nova está nascendo. Mas há dores que não fazem sentido nenhum. Seu velho pai morreu sofrendo uma dor inútil. Qual foi o ganho humano? Que eu saiba, apenas a consciência apaziguada do médico, que dormiu em paz por haver feito aquilo que o costume mandava; costume a que frequentemente se dá o nome de ética.
Um outro velhinho querido, 92 anos, cego, surdo, todos os esfíncteres sem controle, numa cama -de repente um acontecimento feliz! O coração parou. Ah, com certeza fora o seu anjo da guarda, que assim punha um fim à sua miséria! Mas o médico, movido pelos automatismos costumeiros, apressou-se a cumprir seu dever: debruçou-se sobre o velhinho e o fez respirar de novo. Sofreu inutilmente por mais dois dias antes de tocar de novo o acorde final.

Dir-me-ão que é dever dos médicos fazer todo o possível para que a vida continue. Eu também, da minha forma, luto pela vida. A literatura tem o poder de ressuscitar os mortos. Aprendi com Albert Schweitzer que a "reverência pela vida" é o supremo princípio ético do amor. Mas o que é vida? Mais precisamente, o que é a vida de um ser humano? O que e quem a define? O coração que continua a bater num corpo aparentemente morto? Ou serão os ziguezagues nos vídeos dos monitores, que indicam a presença de ondas cerebrais?
Confesso que, na minha experiência de ser humano, nunca me encontrei com a vida sob a forma de batidas de coração ou ondas cerebrais. A vida humana não se define biologicamente. Permanecemos humanos enquanto existe em nós a esperança da beleza e da alegria. Morta a possibilidade de sentir alegria ou gozar a beleza, o corpo se transforma numa casca de cigarra vazia.
Muitos dos chamados "recursos heróicos" para manter vivo um paciente são, do meu ponto de vista, uma violência ao princípio da "reverência pela vida". Porque, se os médicos dessem ouvidos ao pedido que a vida está fazendo, eles a ouviriam dizer: "Liberta-me".
Comovi-me com o drama do jovem francês Vincent Humbert, de 22 anos, há três anos cego, surdo, mudo, tetraplégico, vítima de um acidente automobilístico. Comunicava-se por meio do único dedo que podia movimentar. E foi assim que escreveu um livro em que dizia: "Morri em 24 de setembro de 2000. Desde aquele dia, eu não vivo. Fazem-me viver. Para quem, para que, eu não sei...". Implorava que lhe dessem o direito de morrer. Como as autoridades, movidas pelo costume e pelas leis, se recusassem, sua mãe realizou seu desejo. A morte o libertou do sofrimento.

Dizem as escrituras sagradas: "Para tudo há o seu tempo. Há tempo para nascer e tempo para morrer". A morte e a vida não são contrárias. São irmãs. A "reverência pela vida" exige que sejamos sábios para permitir que a morte chegue quando a vida deseja ir. Cheguei a sugerir uma nova especialidade médica, simétrica à obstetrícia: a "morienterapia", o cuidado com os que estão morrendo. A missão da morienterapia seria cuidar da vida que se prepara para partir. Cuidar para que ela seja mansa, sem dores e cercada de amigos, longe de UTIs. Já encontrei a padroeira para essa nova especialidade: a "Pietà" de Michelângelo, com o Cristo morto nos seus braços. Nos braços daquela mãe o morrer deixa de causar medo.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

COMISSÃO APROVA " INFLAÇÃO GRAVE " PARA USO DE VAGAS PARA DEFICIENTES

Posted: 25 Jun 2014 04:47 AM PDT
Vagas preferenciaisA Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou projeto que considera infração de trânsito grave o estacionamento irregular em vagas destinadas a pessoas com deficiência e idosos (PL 4124/98). Os veículos que estacionarem nesses locais estarão sujeitos, além da multa, à remoção ao depósito de automóveis apreendidos.
O projeto, de autoria do ex-deputado Paulo Rocha (PA), já havia sido aprovado pela Câmara, mas sofreu modificações do Senado e teve que retornar para nova apreciação. Entre as modificações realizadas no Senado está uma pena menor para quem estacionar em vagas reservadas a pessoas com deficiência e idosos – a Câmara havia aprovado infração gravíssima. Atualmente, segundo o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97), a multa é de natureza leve.
As modificações foram acolhidas na Comissão de Viação e Transportes, após a aprovação do parecer do relator, deputado Milton Monti (PR-SP). Ele considerou “acertada a proposta do Senado de rebaixar a classificação inicial de gravíssima para grave, que melhor se adequa à dosimetria prevista no código”.
O secretário do Idoso do Distrito Federal, Ricardo Quirino, elogiou a aprovação do projeto e defendeu o aumento de campanhas educativas. “Sou a favor do projeto. Campanhas devem ser realizadas, mas aqueles que não querem obedecer e se adequar ao que a lei diz, devem ser punidos com o rigor da lei”, afirmou.
Tramitação
O projeto que tramitou por quase seis anos no Senado segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Com informações da Agência Câmara
Fonte: Portal do Trânsito
  

domingo, 22 de junho de 2014

A NOSSA LUZ PRÓPRIA

A NOSSA LUZ PRÓPRIA
Na Gênese, primeiro livro de Moisés, capítulo 1, versículos 3 e 4, lemos:
"Disse Deus: Haja luz; e houve luz.
E viu Deus que a luz era boa; e fez a separação entre a luz e as trevas."

Aqui, a narrativa da criação, "desde o primeiro dia", na forma alegórica, que colocamos para ilustrar a importância da luz nas nossas vidas.
Primordialmente, o nosso sol está no início da vida e foi considerado um deus na religião de muitos povos da antiguidade. Particularmente, foi cultuado no antigo Egito dos faraós, onde estes eram considerados divinos, filhos do deus solar.

Com efeito, segundo João 1: 9 Jesus é "a verdadeira luz que, vinda ao mundo, ilumina a todos".
Quando nascemos, disseram da nossa mãe: ela deu à luz. O símbolo do nosso nascimento é uma estrela que evoca a luz.
Todas as criaturas almejam a luz; se estamos nas trevas e vemos um foco de luz a ele nos direcionamos. Até os vegetais, quando crescem, buscam a luz e com esta ocorre a fotossíntese produzindo o oxigênio indispensável à vida.
Enfim, sem a luz natural do sol não há vida e, também, dependemos da luz artificial para nos movimentarmos; sem esta, teríamos a inércia. Desde as primeiras eras, o homem se preocupou com a iluminação dos ambientes em que se situa: reportamo-nos às tochas e archotes...
Não é possível fazer trevas; se o fosse, teríamos um interruptor para fazê-las. Assim, somente a luz é real e as trevas são, apenas, as ausências da luz.
Tais considerações são relativas à luz material. E a luz espiritual?
"Uma vez que a visão espiritual não se efetua pelos olhos do corpo, é que a percepção das coisas não ocorre pela luz comum: com efeito, a luz material está feita para o mundo material; para o mundo espiritual existe uma luz especial [...] Há, pois, a luz material e a luz espiritual. A primeira tem focos circunscritos nos corpos luminosos; a segunda tem seu foco por toda a parte: é a razão pela qual não há obstáculos para a visão espiritual; [...] O mundo espiritual é, pois, iluminado pela luz espiritual, que tem seus efeitos próprios, como o mundo material é iluminado pela luz solar." [1]
Temos que buscar, acima de tudo, a luz que representa o nosso crescimento moral e espiritual, a nossa luz própria; para tanto, temos que considerar a diferença entre crença e iluminação, conforme a seguinte lição de Emmanuel:
[...] "O que crê, apenas admite; mas o que se ilumina vibra e sente. O primeiro depende dos elementos externos, nos quais coloca o objeto da sua crença; o segundo é livre das influências exteriores, porque há bastante luz no seu próprio íntimo, de modo a vencer corajosamente nas provações a que foi conduzido no mundo." [2]
Enfatizamos que a nossa luz própria será o resultado das nossas conquistas morais e espirituais; logo, cabe-nos iniciar, desde já, o trabalho de iluminação que se faz abeberando-se do Evangelho de Jesus, redivivo pelos postulados espíritas, conforme outra lição de Emmanuel:
"[...] voltemos aos nossos propósitos, cumprindo-nos reconhecer nos evangelhos uma luz maravilhosa e divina, que o escoar incessante dos séculos só tem podido avivar e reacender. E que eles guardam a súmula de todos os compêndios de paz e de verdade para a vida dos homens, constituindo o roteiro de luz e de amor, através do qual todas as almas podem ascender às luminosas montanhas da sabedoria dos céus." [3]
Outrossim, a nossa luz própria propicia um modo de ver superior. Superior no sentido de ver o lado bom das pessoas, coisas e acontecimentos, pela iluminação que nos é inerente; porquanto, o lado mal, nós já o passamos e superamos; temos que respeitar àqueles que ainda estão na fase de superação. Neste entendimento, quanto mais vermos, com bons olhos, os nossos semelhantes e irmãos perante o nosso criador, mais luminosos nos tornaremos.
"São os olhos a lâmpada do corpo. Se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso; se, porém, os teus olhos forem maus, todo o teu corpo estará em trevas. Portanto, caso a luz que em ti há sejam trevas, que grandes trevas serão!" (Mateus 6: 22/23)
Nascemos. Vivemos. Jovens, nos tornamos velhos. Velhos, apenas os nossos corpos que estão sujeitos aos desgastes face ao tempo, doenças e término da vitalidade. Contudo, podemos, através de uma vivência sadia espiritualmente considerada, melhorar, rejuvenescer os nossos corpos espirituais - períspiritos - e, ao deixarmos este plano, adentrarmos noutra dimensão da vida, nos tornar mais belos, mais dignos das bênçãos do Criador e da Espiritualidade Maior.
Evidentemente, temos que cuidar dos nossos corpos perecíveis; todavia, não como o fazem aqueles que, com exclusividade, cuidam da beleza exterior, até fazendo cirurgias plásticas, olvidando ou nem sequer cogitando sobre os corpos espirituais, pré-existentes, modeladores dos corpos atuais e sobreviventes na imortalidade.
Pela nossa desmaterialização e consequente espiritualização, vamos despojando a matéria mais grosseira e carreando conosco o que é de mais belo e sutil.
Enfim, os nossos corpos perecíveis ficam velhos, feios, mas os nossos períspiritos, segundo os nossos pensamentos e ações positivas, ficam novos, belos, luminosos e, aí, estaremos cumprindo a determinação amorável do nosso Mestre Jesus, portando-nos como seus lídimos seguidores:
"Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos que se encontram na casa. Assim, brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai que está nos céus." (Mateus 5: 14 - 16)
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Bibliografia:
[1] A Gênese, Allan Kardec, Cap. XIV, nº 24, pág. 253, Trad. Salvador Gentile, 18ª Ed. IDE - 1988.
[2] O Consolador, Emmanuel, psic. F. Cândido Xavier, 2ª Parte, IV, pág. 132, 6ª Ed. FEB - 1976.
[3] A Caminho da Luz, Emmanuel, psic. F. Cândido Xavier, Cap. XIV, pág. 129, Ed. FEB - 1972.
Julio Laurentino de Lima -
(Artigo publicado na Revista Internacional de Espiritismo, mês de Janeiro/07, pág. 649)

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formatação e pesquisa: MILTER - 22-06-2014

sábado, 29 de março de 2014

O MEU CAMINHO PARA QUARESMA!

O MEU CAMINHO PARA QUARESMA!

Jejuarei de julgar os outros.
- Descobrirei Cristo que vive neles!
Jejuarei de palavras que ferem.
-Direi frases que curam!
Jejuarei do egoismo.
-Procurarei viver com paciência!
Jejuarei do Pessimismo.
-Encher-me-ei de esperança!
Jejuarei das preocupações.
-Confiarei mais em Deus!
Jejuarei das queixas.
-Darei Graças a Deus pela maravilha da vida!
Jejuarei das angustias.
-Rezarei com mais frequência!
Jejuarei da amargura.
-Praticarei mais o perdão!
Jejuarei da importância que dou a mim mesmo.
-Serei mais compassivo com os outros!
Jejuarei das preocupações com minhas coisas.
-Comprometi-rei mais com o anuncio do Reino!
Jejuarei do pessimismo e desalento.
-Encher-me-ei do entusiasmo e da fé!
Jejuarei de tudo aquilo que me separa de Jesus.
-Tentarei viver mais perto d'Ele!