domingo, 1 de fevereiro de 2015

INSPIRAÇÕES ESPIRITUAIS




 

 Inspirações espirituais

Ninguém avança pela estrada do progresso espiritual sem o auxílio de Deus.
Muitas vezes esse auxílio nos é oferecido por intermédio dos nobres Espíritos que se transformaram em guias da Humanidade.
Esses operosos servidores do bem estão sempre próximos de todos aqueles que lhes rogam ajuda ou que, por meio da oração e dos pensamentos elevados, sintonizam com suas presenças.
São conhecedores de algumas ocorrências que estão delineadas nas existências de seus pupilos e dos desafios que os mesmos devem vivenciar.
Por isso, inspiram-nos e guiam-nos pelo caminho mais apropriado para o sucesso, ou advertem-nos dos perigos iminentes que os espreitam.
Através dessa inspiração é que ocorre o pressentimento.
Ele é uma maneira eficaz da criatura parar e reflexionar em torno do que deve realizar e de como conduzir-se, contornando as dificuldades e avançando sem receio pela trilha do progresso.
No entanto, caso o ser se deixe levar por atitudes equivocadas e rebeldes, não será capaz de se manter em sintonia com os Espíritos superiores.
Em virtude das suas opções mentais e comportamentais, ele estará sob a influência de Espíritos infelizes.
Esses, hábeis na técnica de transmitir ideias deprimentes e de conteúdos perturbadores, atormentam e iludem os imprevidentes.
E, quando as entidades venerandas buscam de alguma forma orientá-los, esses, pela falta de hábito de assimilar-lhes as nobres ideias, recusam-nas, voltando às mesmas paisagens mentais que os infelicitam.
Os pressentimentos, desse modo, devem ser analisados com cautela, avaliando-se qual a sua origem e de que tipos de mensagem são portadores.
Afinal, podem ser valiosas orientações a afastar-nos do mal, ou maléficas sugestões a impelir-nos ao equívoco.
Cabe-nos o uso do discernimento para avaliar com imparcialidade nossa conduta usual e a natureza da influência que recebemos.
Há, ainda, a possibilidade de que os pressentimentos sejam ideias do próprio ser, que voltam à tela mental na forma de intuição, mas que nada mais são do que recordações de compromissos anteriormente assumidos.
Ressurge do inconsciente pessoal como eficiente maneira de conduzir o ser ao reequilíbrio e, assim, evitar novos tropeços.
Os pressentimentos são fenômenos que muito podem contribuir para a felicidade das criaturas.
No entanto, quando negativos ou ameaçadores, devem nos servir de motivo para que nos entreguemos à prece e a elevados pensamentos.
Alterando, assim, nossa faixa vibratória, seremos capazes de nos afastar de influências funestas e infelizes e, por consequência, receber a orientação benfazeja da Espiritualidade superior.
Allan Kardec, o Codificador da Doutrina Espírita, indagou certa ocasião, aos Espíritos superiores a respeito da influência dos Espíritos nos pensamentos e nos atos dos seres encarnados.
Foi-lhe respondido que essa influência é muito maior do que se poderia imaginar.
Influem a tal ponto que, de ordinário, são eles que vos dirigem – consta na resposta à questão número 459 de O livro dos Espíritos.
Ora, cientes de que tal influência é usual e intensa, cabe-nos aprender a distinguir nossos próprios pensamentos daqueles que nos são sugeridos.
Além disso, devemos ter em mente que os bons Espíritos sempre nos aconselham para o bem.
Os Espíritos infelizes, porém, são incapazes disso.
Resta-nos, portanto, usar o bom senso para fazermos tal diferenciação e nos valermos apenas das orientações que nos possam levar ao caminho do bem e da verdade.

Redação do Momento Espírita, com base no cap.13, do livro
Lições para a felicidade, pelo Espírito Joanna de Ângelis,
psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL e no cap. IX,
pt. 2, de 
O livro dos Espíritos, de Allan Kardec, ed. FEB.
Em 18.11.2013.
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FORMATAÇÃO E PESQUISA: MILTER -01/02/2015-

V

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

AUTO ESTIMA (LUCIA) CRISTAL



                                                              AUTO ESTIMA     (LUCIA) CRISTAL

Auto-estima, Autenticidade, Amadurecimento, Respeito, Amor Próprio, Simplicidade, Humildade, Plenitude, Saber Viver - Fazem parte do seu dia-a-dia? Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa e no momento exato. E, então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome...  AUTO ESTIMA!!! Quando me amei de verdade, pude perceber que a minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades. Hoje sei que isso é... AUTENTICIDADE!!! Quando me amei de verdade, parei de desejar que minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de... AMADURECIMENTO!!! Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo. Hoje sei que o nome disso é... RESPEITO!!! Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início, minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que se chama... AMOR PRÓPRIO!!! Quando me amei de verdade, deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é... SIMPLICIDADE !!! Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei muito menos vezes. Descobri a... HUMILDADE!!! Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... PLENITUDE!!! Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada. Isso é... !!!SABER VIVER... Não devemos ter medo dos confrontos... Até os planetas se chocam e do caos nascem as estrelas.

domingo, 25 de janeiro de 2015

O PODER DA FÉ

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O PODER DA FÉ
 

 Cercados pelas atribulações do dia-a-dia, passamos a maior parte de nosso tempo ocupado com nossas obrigações e não percebemos que muitos dos desencontros e problemas do cotidiano poderiam ser resolvidos ou simplesmente afastados pela ação direta e efetiva da prece. Envoltos com a agitação das circunstâncias, temos dificuldades para nos silenciar e elevar o pensamento a Deus, pedindo assistência. É preciso conhecer as propriedades da prece para que possamos fazer dela a fonte diária de refazimento de forças e o consolo que nos rejubila e enternece.
O homem é autor da maioria de suas aflições e se pouparia de maiores angústias se agisse com sabedoria e prudência, pois essas misérias são o resultado de várias infrações das leis divinas. Se não ultrapassássemos o limite do necessário para viver, não teríamos as consequências desastrosas geradas pelos excessos.
A atitude de louvar a Criação é um hábito muito antigo e surgiu nos tempos mais remotos da antiguidade, quando o homem primitivo ainda dava seus primeiros passos em direção a Deus. Desde sua origem, o ser humano já deixava transparecer a percepção de que algo maior e mais poderoso governava sua existência. Esse sentimento inato, cujo germe foi depositado nele primeiro em estado latente, veio a eclodir e se ampliar com o passar dos tempos. Essa convicção da existência de um poder divino é o que chamamos de fé.
Muitos pensam que ela é uma virtude mística, mas, na realidade, trata-se de uma grande força atrativa. Aliada ao poder de influenciação da prece é capaz de cessar imediatamente perturbações que estão em processo de andamento. A oração é um sustentáculo para o equilíbrio da alma, mas ela não basta: é preciso que esteja sempre apoiada sobre uma fé viva na bondade do Pai.
A fé é a mãe de todas as virtudes que conduzem a Deus e a prece é sua filha primogênita. Porém, precisamos distinguir a diferença entre a fé cega e a fé racionada. A fé cega aceita o falso como verdadeiro e se choca constantemente com a razão. Levada ao excesso produz o fanatismo, impondo-se sobre tudo e exigindo a abdicação do raciocínio e do livre-arbítrio. A fé raciocinada, ao contrário, apoia-se sobre os fatos e a lógica, não deixando obscuridade alguma para trás de si.
É preciso entender aquilo em que se crê. A fé produz uma espécie de lucidez que nos faz ver a finalidade para a qual todos nos destinamos e os meios de poder atingi-la. Por isso, ela é um exercício de inteligência e um dos primeiros elementos de todo o progresso. “Não há fé inabalável senão aquela que pode encarar a razão face a face, em todas as épocas da humanidade”.
A fé também deve ser humilde e aquele que a possui coloca sua confiança no Criador mais do que em si mesmo. A fé sincera é sempre calma, dá a paciência que sabe esperar, porque tem seu ponto de apoio na compreensão. Na fé incerta, surge a ansiedade, revelando uma insegurança diante da força de Deus e de suas leis. E quando é movida pelo interesse, a pessoa tende a se tornar colérica e crê suprir suas necessidades pela violência. Por exemplo: ao se sentir intranquilo e ansioso, ela acredita que as coisas têm de acontecer segundo seus caprichos, da forma e no momento em que ela determina. A calma é sinal de confiança e de que a rogativa levada a Deus será ouvida. Já a violência é uma prova de fraqueza e dúvida sobre si mesmo e a Sabedoria Maior.
Se as pessoas fossem conscientes da força que têm em si e quisessem colocar sua vontade a serviço dela, seriam capazes de grandes realizações. Através de sua mente, o homem age sobre o fluido universal, modificando suas qualidades e dando-lhe uma impulsão irresistível. Aquele que junta ao fluido uma fé ardente, pode, apenas pela vontade dirigida para o bem, operar “fenômenos “ que não são senão a utilização das faculdades mentais e a ação de uma lei natural. Mas para isso, é necessário domar a si mesmo e às más influências do pensamento. As maneiras mais eficazes são a vontade acompanhada da prece, a oração fervorosa e os esforços sérios como meio para a renovação íntima.
(Laylla Toledo)
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Formatação e pesquisa: MILTER - 25/01/2015

 

A EQUIPE DA ADDE


quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

NÃO SEI AMAR PELA METADE, NÃO SEI VIVER DE MENTIRAS

Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentiras

Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão. Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer: E daí? EU ADORO VOAR! Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre. Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração! Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente! Sou sempre eu mesmo, mas com certeza não serei o mesmo pra SEMPRE!

 Gosto dos venenos mais lentos das bebidas mais amargas, das ideias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes. Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos. Já escondi um amor com medo de perdê-lo. Já perdi um amor por escondê-lo. Já segurei nas mãos de alguém por estar com medo. Já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos. Já expulsei pessoas que amava de minha vida. Já me arrependi por isso... Já passei noites chorando até pegar no sono. Já fui dormir tão feliz ao ponto de nem conseguir fechar os olhos... Já acreditei em amores perfeitos, Já descobri que eles não existem... Já amei pessoas que me decepcionaram, Já decepcionei pessoas que me amaram... Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou. Já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir... Já menti e me arrependi depois. Já falei a verdade e também me arrependi... Já fingi não dar importância a pessoas que amava, para mais tarde chorar  quieto em meu canto... Já sorri chorando lágrimas de tristeza. Já chorei de tanto rir... Já acreditei em pessoas que não valiam a pena. Já deixei de acreditar nas que realmente valiam. Já tive crises de riso quando não podia. Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva. Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse. Já gritei quando deveria calar. Já calei quando deveria gritar. Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros. Já fingi ser o que não sou para agradar uns. Já fingi ser o que não sou para desagradar outros. Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver uma pessoa querida feliz. Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava. Já sonhei demais, ao ponto de confundir  com a realidade... Já tive medo do escuro, hoje no escuro "me acho, me agacho, fico ali". Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer. Já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais. Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria. Já corri atrás de um carro, por ele levar embora quem eu amava. Já chamei pela minha mãe no meio da noite fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu e o pesadelo foi maior ainda. Já chamei pessoas próximas de "amigo" e descobri que não eram. Algumas pessoas nunca precisaram chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.

(LUCIA – CRISTAL)



POR VEZES MUDANÇAS SURGEM

Por vezes mudanças surgem...                                                         (Lucia - Cristal)

Às vezes as mudanças que surgem são tão grandes que nos deixam desorientados e alarmados. Uma carreira que termina de repente. Uma ligação de saúde profunda que se rompe,deixando a impotência e a incapacidade. Esta é frequentemente a lição de Urano, cortando-nos abruptamente do velho e nos liberando para o novo. Ou a lição de Plutão, que nos despoja de tudo quanto é entulho. Entre o velho e o novo, entretanto, está o vazio. E no vazio podemos sentir uma profunda tristeza. A tristeza é a primeira fase do vazio. A fase na qual lamentamos o que está perdido. É um momento doloroso. Mas é também um período de limpeza, pois cada experiência de tristeza, quando plenamente compreendida, nos permite fazer uma limpeza profunda de toda a velha dor. Pois em cada episódio de profunda tristeza, o coração, quebrado, se abre, e a partir desta abertura, a energia das velhas feridas pode ser liberada.

 Antigas dores de vidas passadas, da infância, os desapontamentos da vida atual, tudo o que esteve energeticamente trancado no coração, pode ser sentido e, eventualmente, liberado. Lágrimas como a água, nos limpam e nos ajudam a manter o nosso coração aberto. As lágrimas contidas criam um endurecimento e uma obstrução no coração, o que nos paralisa e nos impede o estado de amor que procuramos para dar e receber.

 Este é um momento sagrado e tem o seu propósito de cura.  A segunda fase do vazio é o que acontece quando a tristeza está quase esgotada. A dor começa a diminuir e nós aceitamos o que é.

É quando surge um vislumbre da nova vida, novos sonhos começam a se formar, como novos brotos germinam na primavera. Esta fase do vazio é uma fase de potencial, uma fase onde começamos a decidir para onde apontarmos a seta, a fim de criarmos o novo capítulo em nossas vidas. Não importa quão profunda seja a perda, há sempre um novo capítulo, um novo início esperando.

 O vazio é o momento no qual nós começamos a definir a intenção da nova jornada à frente. Ao olharmos o que já terminou, podemos ver que, talvez, partes disto não fossem um verdadeiro reflexo de quem nós somos e podemos partir para criarmos algo que melhor combine com a nossa atual expressão.

Se uma carreira termina, geralmente é porque nós a superamos, e também para que possamos ser liberados para avançarmos para novos territórios. Tão sem sentido quantos alguns de nossos términos possam parecer, raramente eles são aleatórios e quase sempre acontecem de modo que possamos ser liberados nas partes da jornada que não podemos seguir juntos, pelo menos nesta expressão do plano da terra em particular.

 Assim, em algum ponto, enquanto as lágrimas secam, é natural começarmos a aceitar a jornada à frente, de modo que possamos seguir em direção às novas experiências que nos acenam. Se não tivermos certeza para onde ir, se os ventos da mudança estão soprando, mas o destino ainda não está claro, um modo de avançarmos é pedirmos que o próximo nível do nosso projeto comece a ser ativado para que a nossa alma ajude a atrair para nós todas as pessoas, situações, oportunidades e experiências que precisamos, a fim de realizarmos o próximo nível do desdobramento da nossa alma para esta existência, no tempo divino e perfeito.

 Em breve, os novos passos a tomar se tornarão mais claros e novos caminhos se abrirão para trilharmos. Observe a sincronicidade e as portas que logo se abrem repentinamente depois que fazemos esta solicitação e notem aquelas que se fecham abruptamente. Lembre-se sempre de almejar as qualidades que você quer criar em sua vida (paz, amor, tranquilidade, diversão, emoção) e menos as espécies (um carro, uma casa, uma viagem), pois as qualidades lhes trarão formas através das quais eles possam ser canalizados, além do que as espécies podem vir até você vazias das energias que você busca. Assim, peça as qualidades e veja o que se apresenta. Peça, por exemplo, uma carreira que seja um canal da expressão da sua alma e o faça sentir grandioso.

 Peça um relacionamento que o ilumine, inunde-o com o amor, a conexão e a felicidade da alma, e não com um companheiro que preencha uma lista de coisas exteriores. E deixe o universo escolher os detalhes. O Universo é muito mais criativo do que nós e geralmente nos surpreende com mais do que pedimos, pois a nossa habilidade para criar é limitada pelo nosso atual nível de imaginação, que está sempre baseado em nosso passado.

 Confie que tudo em sua vida está acontecendo perfeitamente, ainda que não possa entender completamente por que as coisas tinham que mudar, confie que um dia você compreenderá. Há muita pouca aleatoriedade em nossas vidas. Nós criamos as nossas próprias realidades sim, mas os golpes abruptos em nossas vidas são determinados pelos contratos de alma. “NOSSOS” contratos de alma. Somos nós que estamos ainda criando, mas a partir de um nível mais elevado de ser, que devido ao véu que temos neste plano, permanece em grande parte inconsciente e que frequentemente parece uma guinada externa do destino. Mas é sempre a nossa alma, decidindo que é o momento de avançarmos, para que experiências novas e mais plenas possam ser trazidas.


 Lembre-se de que o objetivo da alma é continuar a expandir quem nós somos, assim podemos nos tornar maiores, mais ousados, mais brilhantes em nossa luz e amor, e em nossa habilidade de canalizarmos a plena expressão da nossa alma através do veículo físico. Assim, aceite o vazio como a oportunidade de expandi-lo e de trazer a expansão a sua vida, para conter mais da sua verdadeira essência. Viaje totalmente no vazio, sabendo que, eventualmente, você aterrissará em uma nova praia. E invoque o brilhante amanhã que o aguarda, para que possa receber a sua próxima aventura no ser. Aguarde com expectativa a nova vida por vir.

domingo, 18 de janeiro de 2015

GENTILEZAS SALVADORA

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Gentilezas Salvadoras
“Aquele cuja afabilidade e doçura não são fingidas nunca se desmente; é o mesmo, tanto em sociedade, como na intimidade.”
Lázaro
O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo IX, item 6

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Quando você afasta do piso uma casca de fruta deixada pela negligência de alguém, não pratica apenas um ato de gentileza. Evita que algum desavisado escorregue, sofrendo tombo violento.
Ao ceder o lugar num transporte coletivo a um ancião, você não realiza um gesto de cortesia somente. Atende a um corpo cansado, poupando as energias de quem poderia ser seu genitor.
Se você oferece braço moço à condução de um volume, poupando aquele que o carrega, não pratica unicamente uma delicadeza. Contribui fraternalmente para o júbilo de alguém que, raras vezes, encontra ajuda.
Portando a boa palavra em qualquer situação, você não atende exclusivamente à finura do trato. Realiza entre os ouvintes o culto do verbo são, donde fluem proveitosos e salutares ensinamentos.
Silenciando uma afronta em público, você não atesta apenas o refinamento social. Poupa-se à dialogação violenta, que dá margem a ódios irremediáveis.
Se você oferece agasalho a algum desnudo, não só atende à delicadeza humana, por filantropia. Amplia a cultura da caridade pura e simples.
Ao sorrir, discretamente, dando ensejo a um desafeto de refazer a amizade, você não age tão somente em tributo à educação. Apaga mágoas e ressentimentos, “enquanto está no caminho com ele”.
Procurando ajudar um enfermo cansado a galgar e vencer dificuldades, você não procede imbuído apenas de gentileza. Coopera para que a vida se dilate no debilitado, propiciando-lhe ensejos evolutivos.
Atendendo impertinente criança que o molesta, num grupo de amigos, você não se situa só na formosura da conduta externa. Liberta um homem futuro de uma decepção presente.

No exercício da gentileza, a alma dilata recursos evangélicos e vive o precioso ensino do Mestre ao enfático doutor da lei, com afabilidade e doçura, quando Ele afirmou: “Vai e faze o mesmo!”.

Marco Prisco
FRANCO, Divaldo P. "Glossário Espírita Cristão ". Pelo Espírito Marco Prisco. 3.ed. Salvador, BA: LEAL, 1976. Cap. 18.
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FORMATAÇÃO E PESQUISA - MILTER - 18-01-2015
 

domingo, 11 de janeiro de 2015

AVAREZA - EMMANUEL, por CHICO XAVIER




AVAREZA
 
“E disse-lhes: Acautelai-vos e guardai-vos da avareza, porque a vida de cada um não consiste na abundância das coisas que possui.” – (LUCAS, 12:15.)

Fujamos à retenção de qualquer possibilidade sem espírito de serviço.
Avareza não consiste apenas em amealhar o dinheiro nos cofres da mesquinhez.
As próprias águas benfeitoras da Natureza, quando encarceradas sem preocupação de benefício, costumam formar zonas infecciosas. Quem vive à cata de compensações, englobando-as ao redor de si, não passa igualmente de avaro infeliz.
Toda avareza é centralização doentia, preparando metas de sofrimento.
Não basta saber pedir, nem basta a habilidade e a eficiência em conquistar. É preciso adquirir no clima do Cristo, espalhando os benefícios da posse temporária, para que a própria existência não constitua obstáculo à paz e à alegria dos outros.
Inúmeros homens, atacados pelo vírus da avareza, muito ganharam em fortuna, autoridade e inteligência, mas apenas conseguiram, ao termo da experiência, a perversão dos que mais amavam e o ódio dos que lhes eram vizinhos.
Amontoaram vantagens para a própria perda. Arruinaram-se, envenenando, igualmente, os que lhes partilharam as tarefas no mundo.
Recordemos a palavra do Mestre Divino, gravando-a no espírito.
A vida do homem não consiste na abundância daquilo que possui, mas na abundância dos benefícios que esparge e semeia, atendendo aos desígnios do Supremo Senhor.
 
Mensagem de Emmanuel no livro Vinha de Luz, psicografado por Chico Xavier: AVAREZA
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formatação e pesquisa: MILTER - 11/01/2015