GRANDE PÁSSARO
GRANDE PÁSSARO
Voa grande pássaro da vida,
coloca-me sobre tuas grandes asas brancas.
Leve-me ao passado, onde possa rever.
todos meus erros e infortúnios.
Corrigi-los, para modificar o futuro,
(se é que ainda o tenha), e aos que magoei
pedir-lhes perdão pelas ofensas e injustiças
que por ventura tenha cometido.
Voe grande pássaro, para que eu possa
em tuas asas, rever momentos de felicidades…
Voltar á sentir (mesmo que por um instante)
o calor do colo materno, sentir as caricias de suas mãos.
Ouvir as antigas cantigas de ninar
e adormecer na macies dos seus braços
e depois no berço, ao lado da cama
no único quarto da casa.
Ouvir novamente a voz de meu pai
quando na soleira da porta, (nos finais de tarde, após seu dia de trabalho)
- Ola cheguei!... meus amores!
e para ele eu corria de braços abertos
para brincarmos, até ser anunciado o jantar.
Comida simples, mas feita com muito carinho por minha mãe
de quem, até uma simples salada de xoxu ficava maravilhosa
Voltar e desfrutar a minha infância na rua sem calçamento
do bairro onde nasci, na pequena casa de fundos da vila
pequena, mas onde morava uma grande felicidade.
Voa grande pássaro, mas voa lento
retarde o máximo o seu retorno
para que eu possa desfrutar da vida com meus pais.
Foram pequenos momentos, mas,
que marcaram minha existência.
O tempo passou, me fiz adulto,
sábado, 4 de outubro de 2014
DILUVIO DE PAIXÃO
DILUVIO DE PAIXÃO
DILÚVIO DE PAIXÃO
Dilúvios de beijos, tempestades de amor.
Vontade incontrolada de unir nossas vidas.
E apesar de tudo, você partir foi minha morte.
Morreram minhas ilusões
e não ressuscitarão, se não voltar
aqueles nossos momentos de amor.
Volte por favor,
não me atormente mais..
Trago gravado na mente nossa despedida,
tento esquece-la e não consigo.
Volte por favor,
não quero ficar sem teus lábios, teu calor,
sem teus olhos, meu amor.
E ainda não lhe disse tudo,
quero novamente sentir nossa tempestade de paixão,
toma-la em meus braços e cobri-la com meus beijos.
J. Marcos –
DILÚVIO DE PAIXÃO
Dilúvios de beijos, tempestades de amor.
Vontade incontrolada de unir nossas vidas.
E apesar de tudo, você partir foi minha morte.
Morreram minhas ilusões
e não ressuscitarão, se não voltar
aqueles nossos momentos de amor.
Volte por favor,
não me atormente mais..
Trago gravado na mente nossa despedida,
tento esquece-la e não consigo.
Volte por favor,
não quero ficar sem teus lábios, teu calor,
sem teus olhos, meu amor.
E ainda não lhe disse tudo,
quero novamente sentir nossa tempestade de paixão,
toma-la em meus braços e cobri-la com meus beijos.
J. Marcos –
DEPRESSÃO
DEPRESSÃO
É tão simples deixar de existir
Mesmo com sinais vitais
Pode se estar morto!
Morto pôr incompreensão
Morto pôr uma paixão
Morto pôr só saber amar
Morto porque a vida não sabe entender!
Entender o que é de nós
Entender à saber viver
Entender agradar-te
Entender à compreender-te
Entender à estar morto!
Pois, sem poder ama-la
È estar morto, estando vivo!
Aut.: José Marcos R. dos Santos
DEPRESSÃO
É tão simples deixar de existir
Mesmo com sinais vitais
Pode se estar morto!
Morto pôr incompreensão
Morto pôr uma paixão
Morto pôr só saber amar
Morto porque a vida não sabe entender!
Entender o que é de nós
Entender à saber viver
Entender agradar-te
Entender à compreender-te
Entender à estar morto!
Pois, sem poder ama-la
È estar morto, estando vivo!
Aut.: José Marcos R. dos Santos
DEMASIADA DOSE DE INFORTÚNIO
DEMASIADA DOSE DE INFORTUNO
DEMASIADA DOSE DE INFORTÚNIO
O cidadão paulistano, hoje teve mais uma prova do infortúnio em que vive, numa cidade onde o déficit para uma simples sobrevivência é geral. No dia a dia deste ser lutador ele encontra falta de trabalho, de condução, de moradia digna e para muitos até falta do que comer.
No mínimo o que este herói anônimo deveria ter, é a dignidade de voltar para casa e encontra-la da mesma forma em que a deixou pela manhã, mas em São Paulo é utopia, pois conforme vimos é difícil que isto aconteça. Basta só uma chuva de meia hora e ele necessita ser excelente nadador para chegar até lá.
É sem duvida uma demasiada dose de infortúnio, já não chegam as enchentes, agora também o granizo e por traz de tudo, o pior de todos, excesso de governantes incapazes.
Há século o paulistano não sabe o que é ter seus problemas resolvidos, o que se vê é uma verdadeira incapacidade por parte de seus administradores, cada um que passa pela administração só faz demagogia, fala-se muito e pouco se faz, porque é praxe do político ganhar votos encima do infortúnio do povo brasileiro.
Cada degrau para o sucesso do político tem um nome, primeiro o aposentado, segundo o idoso, terceiro a infância, quarto a violência, quinto o desemprego, inflação, seca do nordeste e assim por diante até galgar os mais altos postos.
Até quando?. Perguntamos!. Será difícil praticar-se a decência. Até quando esta “over" dose de infortúnio?. Na terra das “OPORTUNIDADES”.
Publicado no site: O Melhor da Web em 18/11/2011
Código do Texto: 85451
DEMASIADA DOSE DE INFORTÚNIO
O cidadão paulistano, hoje teve mais uma prova do infortúnio em que vive, numa cidade onde o déficit para uma simples sobrevivência é geral. No dia a dia deste ser lutador ele encontra falta de trabalho, de condução, de moradia digna e para muitos até falta do que comer.
No mínimo o que este herói anônimo deveria ter, é a dignidade de voltar para casa e encontra-la da mesma forma em que a deixou pela manhã, mas em São Paulo é utopia, pois conforme vimos é difícil que isto aconteça. Basta só uma chuva de meia hora e ele necessita ser excelente nadador para chegar até lá.
É sem duvida uma demasiada dose de infortúnio, já não chegam as enchentes, agora também o granizo e por traz de tudo, o pior de todos, excesso de governantes incapazes.
Há século o paulistano não sabe o que é ter seus problemas resolvidos, o que se vê é uma verdadeira incapacidade por parte de seus administradores, cada um que passa pela administração só faz demagogia, fala-se muito e pouco se faz, porque é praxe do político ganhar votos encima do infortúnio do povo brasileiro.
Cada degrau para o sucesso do político tem um nome, primeiro o aposentado, segundo o idoso, terceiro a infância, quarto a violência, quinto o desemprego, inflação, seca do nordeste e assim por diante até galgar os mais altos postos.
Até quando?. Perguntamos!. Será difícil praticar-se a decência. Até quando esta “over" dose de infortúnio?. Na terra das “OPORTUNIDADES”.
Publicado no site: O Melhor da Web em 18/11/2011
Código do Texto: 85451
DE TANTA BUSCA
DE TANTA BUSCA
DE TANTA BUSCA
Tem gente que busca por aí, mil coisas.
Riquezas, em todos os mares do mundo,
mas se perdem em suas estradas infindas.
E que farão, quando nada mais restar da juventude?
Por todos os mares naveguei,
todas as estradas percorri,
mas nelas não me perdi.
Porque numa delas te encontrei.
Foste para mim meu rumo, minha bússola.
Mesmo sob neblinas nunca a direção perdi.
Agora, que nada mais resta da juventude,
quanta melancolia, pois são tantas as recordações
Hoje o mundo gira rápido,
e o tempo jamais poderá voltar.
Depois cansado e velho retorno a ti,
com o coração repleto de lembranças.
Tomo tuas mãos as minhas, marcadas pelo tempo,
volta à ternura que me havias dado
Todas elas eu as cultivo como flores
Agora apenas digo que te amo muito
Jamais houve alguém como você,
pois meu mundo foi contigo.
Sempre os sonhos foram teus,
foi você os meus melhores anos.
Então descobri, o que tanto busquei
esteve aqui sempre ao meu lado.
A riqueza, o tesouro, só agora pôde perceber,
Estava aqui, o que tanto procurei.
J. Marcos- 18/09/2011
DE TANTA BUSCA
Tem gente que busca por aí, mil coisas.
Riquezas, em todos os mares do mundo,
mas se perdem em suas estradas infindas.
E que farão, quando nada mais restar da juventude?
Por todos os mares naveguei,
todas as estradas percorri,
mas nelas não me perdi.
Porque numa delas te encontrei.
Foste para mim meu rumo, minha bússola.
Mesmo sob neblinas nunca a direção perdi.
Agora, que nada mais resta da juventude,
quanta melancolia, pois são tantas as recordações
Hoje o mundo gira rápido,
e o tempo jamais poderá voltar.
Depois cansado e velho retorno a ti,
com o coração repleto de lembranças.
Tomo tuas mãos as minhas, marcadas pelo tempo,
volta à ternura que me havias dado
Todas elas eu as cultivo como flores
Agora apenas digo que te amo muito
Jamais houve alguém como você,
pois meu mundo foi contigo.
Sempre os sonhos foram teus,
foi você os meus melhores anos.
Então descobri, o que tanto busquei
esteve aqui sempre ao meu lado.
A riqueza, o tesouro, só agora pôde perceber,
Estava aqui, o que tanto procurei.
J. Marcos- 18/09/2011
CRIANÇAS, AH ESTAS NOSSAS POBRES CRIANÇAS
CRIANÇAS, AH ESTAS NOSSAS POBRES CRIANÇAS
Crianças, ah! Estas nossas pobres crianças!
No abandono do lar, na maioria das vezes esquecidas pelos próprios pais, que envolvidos com as atribulações da vida, são legadas ao segundo plano, e também abandonadas pela sociedade, que fazem vistas grossas a uma situação cada vez mais precária.
Nossas pobres crianças entregues ás vias públicas, exterminadas no vale do esquecimento pelos nossos governantes e exploradas pela matilha de traficantes que as transformam em farrapos pelo maldito crack, sub produto do crack, cocaína e outras desgraças mais.
É assustador ver crianças com idades de apenas sete, oito anos entregues a própria sorte longe das escolas ou de algum ensino profissional, isto por que as famílias desestruturadas pela miséria e sem planejamento as colocam no mundo na expectativa de um beneficio governamental chamada de “bolsa família”.
Há necessidade de ambulatórios para tratamento, retirar das ruas estes pobres seres e dar-lhes um tratamento especializado é sem duvida uma das grandes falhas do sistema. Uma repreensão mais rígida por parte das autoridades policiais, tirando das ruas essa praga chamada de traficantes, dificultando cada vez mais a vida destes crápulas.
Talvez tais atitudes sejam o inicio para termos crianças realmente saudáveis e felizes, longe da violência urbana, sem o maldito vicio das drogas.
José Marcos Rodrigues dos Santos – 02/11/2011
Crianças, ah! Estas nossas pobres crianças!
No abandono do lar, na maioria das vezes esquecidas pelos próprios pais, que envolvidos com as atribulações da vida, são legadas ao segundo plano, e também abandonadas pela sociedade, que fazem vistas grossas a uma situação cada vez mais precária.
Nossas pobres crianças entregues ás vias públicas, exterminadas no vale do esquecimento pelos nossos governantes e exploradas pela matilha de traficantes que as transformam em farrapos pelo maldito crack, sub produto do crack, cocaína e outras desgraças mais.
É assustador ver crianças com idades de apenas sete, oito anos entregues a própria sorte longe das escolas ou de algum ensino profissional, isto por que as famílias desestruturadas pela miséria e sem planejamento as colocam no mundo na expectativa de um beneficio governamental chamada de “bolsa família”.
Há necessidade de ambulatórios para tratamento, retirar das ruas estes pobres seres e dar-lhes um tratamento especializado é sem duvida uma das grandes falhas do sistema. Uma repreensão mais rígida por parte das autoridades policiais, tirando das ruas essa praga chamada de traficantes, dificultando cada vez mais a vida destes crápulas.
Talvez tais atitudes sejam o inicio para termos crianças realmente saudáveis e felizes, longe da violência urbana, sem o maldito vicio das drogas.
José Marcos Rodrigues dos Santos – 02/11/2011
CAMINHO
CAMINHO
CAMINHO
NO SEU CAMINHO DE ROSAS
A VIDA TAMBÉM TEM CORES
ORA BRANCAS, ORA COR-DE-ROSAS
VARIAM CORES E OS PERFUMES
MUDAM APARÊNCIAS DE ACORDO A OCASIÃO
SEJA NA PAZ, OU NOS AMORES.
NA DOR É LILAS, CARMIM NA PAIXÃO.
CORES DE VÁRIOS TONS E VALORES
TAL QUAL AS DO JARDIM
ELAS INSPIRAM CUIDADOS
SE NÃO AS REGAMOS, SERÁ O FIM,
COM PODAS CERTAS, MOSTRAM PREDICADOS.
ASSIM COMO AS DO CAMINHO
DEVEMOS MANTE-LAS VIÇOSAS
PARA QUE COM CARINHO
CONTINUEMOS A TER NA VIDA,
ROSAS PELO CAMINHO.
Aut.: José Marcos R. dos Santos
CAMINHO
NO SEU CAMINHO DE ROSAS
A VIDA TAMBÉM TEM CORES
ORA BRANCAS, ORA COR-DE-ROSAS
VARIAM CORES E OS PERFUMES
MUDAM APARÊNCIAS DE ACORDO A OCASIÃO
SEJA NA PAZ, OU NOS AMORES.
NA DOR É LILAS, CARMIM NA PAIXÃO.
CORES DE VÁRIOS TONS E VALORES
TAL QUAL AS DO JARDIM
ELAS INSPIRAM CUIDADOS
SE NÃO AS REGAMOS, SERÁ O FIM,
COM PODAS CERTAS, MOSTRAM PREDICADOS.
ASSIM COMO AS DO CAMINHO
DEVEMOS MANTE-LAS VIÇOSAS
PARA QUE COM CARINHO
CONTINUEMOS A TER NA VIDA,
ROSAS PELO CAMINHO.
Aut.: José Marcos R. dos Santos
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